6 de jun. de 2009

Falar de amor

Difícil é falar de amor,
quando se descobre que numa regra

se é a exceção.

Quando se tem o amor como algo sublime,

um fruto da Divina criação.


Pessoalmente, não sinto o amor
como uma diversão,

um jogo, uma medição de forças,

nem tão pouco, uma diabólica sedução.


É bom lembrar que com os anos,

se vão a vitalidade e o desejo,

restando em todo o ensejo,

uma preciosa comunhão.

Sente-se prazer em um terno olhar,

em um abraço, um aperto de mão.

Certamente, não me entenderá

quem dele tem outra concepção,

quem não valoriza a singeleza dos afetos,

e quem não muda sua visão.

Um comentário:

Porcelain disse...

Se descobrimos que somos a excepção à regra, regozijemo-nos! Pois a verdadeira riqueza do mundo, é feita de diferença e diversidade... é um problema dos outros, se chamam amor àquilo que é apenas medíocre necessidade... é sinónimo de uma alma elevada a compreensão de que o amor é sagrado e deve ser tratado como o tesouro mais precioso que um ser humano pode... "possuir"... :)

Beijos!

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